Uma página com 1 milhão de pichos à venda. Cada picho custa R$ 1.
Pichar sempre foi sobre ser visto.
No Brasil, o picho ocupou muros, fachadas e prédios como uma forma de expressão, identidade e disputa por espaço. Tags, símbolos e frases transformaram a cidade em uma tela onde cada pedaço tinha valor. E espaço disputado nunca fica parado. Na cultura do picho, existe o ato de queimar: quando alguém risca, cobre ou coloca sua assinatura por cima da de outra pessoa. É uma provocação. Uma disputa pela atenção naquele espaço. O Picho traz essa dinâmica para a internet.
Aqui, a tela é feita de células chamadas pichos. Cada uma começa custando R$ 1,00. Você compra um espaço e coloca o que quiser: sua arte, sua marca, seu projeto, seu perfil, uma mensagem, um meme ou simplesmente alguma coisa que você acha que merece existir ali.
Mas tem uma regra importante:nada aqui é seu para sempre.Outra pessoa pode queimar seu picho após 30 dias, colocando algo por cima dele. Para fazer isso, ela precisa pagar 2x o valor atual daquele espaço. R$ 1 vira R$ 2. R$ 2 vira R$ 4. R$ 4 vira R$ 8.
Quanto mais disputado um espaço fica, mais caro fica ocupá-lo. É um mural vivo, construído e destruído por quem participa. Compre um espaço. Piche alguma coisa. Queime alguém. Seja queimado.
PICHO é o mural do Brasil.
O pagamento é processado pela Stripe, com cartão. A gente não guarda nenhum dado seu ou do seu cartão.
Veja também os termos de uso e o ranking.